quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

QUANDO TUDO CALA

Quando Tudo Cala,
Quando Chega o Silêncio,
É que Me Chega o Medo!
O Medo do que Eu Vi,
Vivi e Senti!
O Medo de Ter Medo,
do Medo que Eu Senti!
Hoje, Quando Tudo Cala,
Eu Escuto o Som da Minha Voz,
Gritando no Meu Eco da Caverna!
Não Dá "pra" Fingir!
Não para Mim!
Não Dá para Esconder,
O que Ninguém Pode Ver!
Não Dá para Mentir,
Não para Mim,
O Que Eu Tanto Quis Viver!
Hoje e Agora,
Quando Tudo Cala,
Ficou Somente Eu!
Calando Tudo,
Gritando Mudo,
O Que Não Quer Calar,
O Que Não Quer Sarar!
Tenho Medo do Silêncio,
Quando Tudo Cala!

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