Oriundos das diversas localidades que não “consomem” os próprios cérebros que produzem!
Trazem na bagagem: feira, basculho e sonhos!
Amontoam-se em Repúblicas, Guetos e “apertamentos” transformando a paisagem urbana e tomando as vagas dos “nativos” nas escolas de terceiro grau.
São os “XENOFOBITAS”!
Uma espécie de vida inteligente em processo de evolução mental mas que lá, sofrem um processo reverso de involução social!
Personificando diversas ID-versões, estes seres variam desde “mauricinhos e patricinhas” motorizados até os temíveis cabeludos “drogonautas”, passando é claro, pelos “plays” de classe social média-baixa-baixa, até os abomináveis comedores de R.U. (Restaurante Universitário)!
Aninham-se por necessidade (ou por afinidades) em nichos quase-cosmopolitas. Chegam alguns desnutridos e outros desbiliguidos. Mas todos padecem todos, do mesmo mal.
Não se sabe ao certo se é a água helmíntica que bebem ou se é o mero contágio urbano com as tribos antropóides locais; mas já na primeira semana, depois do choque térmico e cultural, vem a diabólica crise de identidade social!
Há quem especule na existência de um protozoa ou coisa assim, identificado por CAMPINOCOCCUS GRANDIENSIS, que ataca o sistema imunopsicossocial do indivíduo; tendo como principais efeitos, o BANZO BUCÓLICO, que deteriora a memória e concentração cognitiva; a SÍNDROME DO QUEIJO ACUMULADO, que afeta o sistema límbico e a fisiologia urogenitálica e a HISTERIA DO CONSUMO EXAGERADO; que endivida e fale as contas de “fiado” e os cartões de crédito universitário!
O tratamento mais indicado nessas condutopatias consiste basicamente na Sexoterapia (com sugestão hetero e monogâmica); habituais e necessárias Libações Etílicas e Cultura Trash mesclada com literatura acadêmica.
Alguns sempre preferem as orientações homeopáticas dos “gurus regueiros”, que entre uma cachimbada e outra; profetizam teoria oníricas sobre o que seria propriamente, uma Metamorfose Ambulante!
De tempos em tempos chegam!
Noutras “eras”, Che Guevara era cultuados em flâmulas enquanto se ouvia “Soy Loco por ti América” ou se bebia o espírito pirata ao som "violado" do bolero de Belchior!
Atualmente, em tempos de Real, a moeda corrente é o Hipercard e o Abadá elitiza uma coreografia desconcertante nas passarelas “pipocadas”!
De um jeito ou de outro, a Instituição irá semestralmente descargar, uma nova safra de “pitecoídes” diplomados não letrados!
Decorridos os tempos e quebrados os cabaços, todos irão retornar mais vividos, experimentados! Os que não sucumbiram às drogas ou ao casamento, irão se ater à clássica e chique Síndrome do Formando antes de festejar, pela última vez, o “diplomático canudo libertador”!
No final das contas, a diferença entre a Partida e a Chegada, quando “se puxa a Cachorrinha”, é a Cachorrinha!
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